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BENONES LOPES, Prof. (Benones Lopes da Silva) PDF Imprimir E-mail

Benones Lopes da Silva, filho de Inácio Lopes da Silva (Inácio Borges) e Juventina Lopes da Silva (Dª Jovem), nasceu na Cidade de Itapetim / PE, em 30 de Março de 1944.

Benones Lopes é casado com Wanda Patriota de Araújo e Silva com quem tem dois filhos: Christian Wendel e Clésius Wilton.

Licenciado em letras, Benones Lopes trabalhou como professor de português em alguns colégios de Recife / PE. Depois retornou a Itapetim, onde exerceu o magistério no Colégio Municipal de Itapetim e na Escola Tereza Torres, chegando a ser Diretor desta escola por duas vezes. Ainda ligado a sua função de pedagogo, cursou a Pós-Graduação no Curso de Especialização em Língua Portuguesa, pela faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Patos / PB

Além das funções pedagógicas, Benones Lopes é membro ativo do Rotary Club Itapetim desde 1989, tendo sido Presidente dessa entidade por duas gestões: 1990/1991 e 2000/2001.

Como intelectual, Benones Lopes escreveu dois livros: "Rotary Centenário: comemore 100 anos com fé e entusiasmo" (2005) e "Uma palavra Rotária: valorize Rotary com fé e entusiasmo" (2005). Também foi um dos autores organizadores do livro: "Itapetim: histórias de um povo" (1993). Alem disso é autor de vários artigos publicados em diversas revistas.

Como poeta, Benones Lopes escreveu diversos poemas, que estão expostos em seu Blog, dos quais selecionamos três para apresentarmos aqui:

CIDADE DAS PEDRAS

I

Itapetim, sertaneja viçosa encantadora

pelas pedras soltas enteitada.

És a noiva indígena do teu povo,

Dos  teus filhos a índia sedutora,

Como jovem, bonita conquistada.

II

És modesta, ó bela sertaneja

Dos teus filhos orgulho, alegria,

És a Pera das pedras espalhadas,

Como sempre a jovem que graceja

nas manhãs... pelo sol de cada dia.

III

És a Pedra que Pedro representa

No seu templo majestoso como porte,

Padroeiro que nos dá confirmação.

Pedro é Pedra e Pedra que sustenta

Pela fé esse povo bravo e forte.

IV

És a Pedra majestosa do Cruzeiro ,

Lá na serra, da fé és o sinal

De uma cruz de madeira iluminada,

dessa gente és o símbolo verdadeiro,

Pedra Mó pela cruz abençoada.

V

Do Tupi-Guarani teu nome veio

Muitas pedrs soltas espalhadas

Dos indígenas que a terra habitavam,

Dos babicos origem do teu seio

Que as margens do rio povoavam.

VI

Umburanas foi o teu nome primeiro,

nessas árvores frondosas se abrigavam

Viajantes que vinham em comboios

cada um com o nome de tropeiro,

Almocreves que ali negociavam.

VII

Tua Pedra bonita, lá no monte

Simboliza o teu nome verdadeiro,

PEDRA SOLTA, tua origem nos encanta

Como símbolo da fé, tu é a fonte

Do poeta sertanejo que te canta.



RECORDAÇÕES

I

Se foram as ilusões

E só saudades restaram,

Ficaram recordações

de sonhos que terminaram.

II

Saudades... tristezas... recordações

Foi isso que me restou

De minha infância de sonhos

Que pelo tempo passou...

III

Das ilusões que restaram

Faço saudades vividas,

Dos sonhos que já passaram

faço lembranças sofridas.

IV

Hoje na realidade...

Sonho em outras dimensões

Fazend do meu passado

Presente de emoções.



DECLARAÇÃO DE AMOR

I

Para mim és a certeza

Desse amor que não tem fim,

És um pedaço de mim,

de minha vida a beleza.

II

És bonita e sempre bela

De alma e coração,

A verdadeira razão

Desse amor que se revela.

III

Te amo eternamente,

Com esse amor verdadeiro

Nascido do coração,

IV

Foste o meu amor primeiro,

Amada sinceramente,

Meu amor, minha paixão.



Material extraído do livro:

ITAPETIM "Ventre Imortal da Poesia"   (COMPRAR O LIVRO)

Autores:

Marcos Roberto Nunes Costa ( Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. )

Saulo Estevão da Silva Passos ( Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. )

 
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