|
No dia 2 de novembro de 1875 na Serra da Colônia, freguesia de Afogados, nascia Manoel Baptista de Morais (1875-1944).
Filho de Francisco Baptista de Moraes e de Balbina Pereira de Morais, carinhosamente tratado por Nezinho (ou Batistinha), era o caçula de cinco irmãos. Nasceu em uma família de fazendeiros, sendo o primeiro cangaceiro de importância na época. As histórias e lendas sobre suas façanhas, e o respeito e admiração que suscitou entre os sertanejos, ajudou a moldar uma concepção popular do cangaço e a lhe dar sustentação. O historiador norte-americano Billy James Chandler revela Silvino como um cangaceiro “cavalheiresco, que respeitava e fazia justiça aos que mereciam”. Precursor de Lampião foi o cangaceiro que aterrorizou o Nordeste no início do século XX, chegando a se autonomear “governador do sertão”. |
|
Leia mais...
|
|
|
Em 1877, quando Antonio Silvino tinha apenas 2 anos de idade, Adolfo Meia-Noite já dominava a região como cangaceiro. Ele com seus dois irmãos Manoel e Nobelino, por uma questão de honra, tiveram que se armar contra o desafeto conhecido como padre Quaresma (apelidado de padre, não se sabe por quê) - um comissário de polícia, subdelegado naquela época. A razão dessa animosidade: uma paixão amorosa.
Adolfo era o galã da vila, disputado pelas garotas da localidade e, por inveja, o subdelegado traiçoeiramente o prendeu na localidade Varas, enviando-o à Ingazeira. Como não havia segurança nas cadeias daquela época, é colocado em um tronco. Quinze dias se passaram sem que seus familiares soubessem, porque o mesmo se achava incomunicável. Através de um conhecido foram informados que Adolfo tinha sido fichado como ladrão de cavalo e que, se não o libertassem, ele iria morrer. |
|
Leia mais...
|
|
|
|
|
|
|